Marley e eu

Há algum tempo atrás assisti ao filme Marley e eu. Lembro-me de ter gostado, mas não lembrava mais a historia e queria ler o livro. Um dia chego à casa da minha avó e vejo o livro em cima do balcão que fica na sala de jantar. Pergunto de quem é e minha tia que mora lá, me diz que comprou pros filhos, mas que eles não estavam lendo. Perguntei se alguém estava lendo ao obter uma resposta negativa, pedi emprestado. Com a loucura do fim do meu ultimo ano da faculdade, provas e relatórios pra fazer, não estava tendo muito tempo para leituras seculares (não que eu realmente lia tudo da faculdade, enfim…). Finalmente quando tudo acabou entrei de cabeça no livro. Não sei se por ter adquirido um labrador recentemente e me apaixonada por aquela gorda, preta, gostosa, mais linda do mundo ou simplesmente por gostar de cachorros me via dentro do livro o tempo todo. E muitas vezes comparava Marley a minha Lazy. O nome Lazy foi dado a ela porque no primeiro dia em casa essa bichinha dormia o tempo todo. Eram dois passos e um cochilo, mas dois passos e outro cochilo. E assim foi por dois dias, o que a gente não sabia é que ela ainda estava sob efeito da vacina tomada recentemente. O que justifica agora a comparação feita.

Essa é a Lazy bebezinha! Realmente lazy
Essa é uma das fotos mais recentes que tirei.
E agora nadando… como gosta de água meudeus!

Continuando…

Gostei muito do livro e da historia de Grogan com Marley, como ele se apegou ao cachorro e como o cachorro era fiel e divertido. Ri e chorei com Marley. Embora em alguns pontos a historia fica monótona e dá vontade parar de ler ou simplesmente pular aquele capitulo ou parte especifica, mas em geral é um livro divertido, especialmente se você é dono de um labrador. Parece que todos eles são igualmente aloprados e brincalhões e gostam muito de gente. A Lazy acha que todo bípede é amigo dela. Quando saiu pra passear ela sai correndo quando vê alguém e se a pessoa deixar ela pula e faz a maior festa. O problema é a minha mão que fica toda machucada por causa da corrente. Depois de varias dias de mão machucada eu comprei uma guia e um enforcador, não que resolva muita coisa, mas enfim. Voltando ao Marley, o livro me fez rir e chorar… houve um episodio em que estava na academia, sim, porque eu sou a única louca que leva um livro pra academia. Ah o tempo não passa quando você está fazendo esteira ou bicicleta, eu então levo um livro e leio! Leio mesmo, e daí?

Eu estava caminhando na esteira e absorta na leitura, eu ria das palhaçadas de Marley, mas no fim eu estava chorando. Ninguém sabia o que estava acontecendo eu ria, depois chorava. Porque fazer esteira e ler ao mesmo já uma coisa completamente normal.. Então eu precisava deixar a coisa toda mais estranha chorando e rindo enquanto fazia isso.

O livro foi muito bem traduzido, já que não tive acesso ao original e sim a tradução. Como dona de um labrador sei que Grogan mostrou a essência de Marley. É um ótimo livro para amantes de cachorros, e para os que gostam de ler em geral. É uma leitura envolvente. Você não consegue perceber o tempo passar, só quer ler uma pagina após a outra um capitulo após o outro, embora haja algumas passagens monótonas, isso não influencia no todo. Vale a pena ler!

Como todo bom leitor, após ler o livro, fui assistir ao filme. Eles captaram bem a essência de Marley e  achei que colocar Jeniffer Aniston no papel de Jenny foi uma boa escolha. E claro não poderia deixar de apreciar o nosso querido ‘Sloan’ como amigo de Grogan. Embora o filme não seja exatamente igual o livro, ele mostra a essência do cachorro Marley e da família Grogan como um todo. Eu, na minha modesta opinião de nada, acho que foi um adaptação muito feliz. Vale a pena assistir o filme também. Mas sou a favor de ler o livro primeiro… adaptações são sempre adaptações, não tem a mesma emoção do original. Leia e assista principalmente se quer um labrador como cão de estimação!

A experiência é bem o que mostra lá mesmo!

Anúncios

Um comentário sobre “Marley e eu

  1. Rafael disse:

    Como sempre, eu sou o primeiro a comentar um texto deste fantástico blog que, aliás, já faz parte do meu dia-a-dia de leitor. Esse blog me envolve tanto que já usei textos dele em sala de aula (sim, usei um texto deste blog numa prova de português para 7a série, o que o coloca no mesmo patamar de grandes meios de imprensa, como VEJA ou ÉPOCA, etc.). No entanto, dessa vez prefiro reservar meus sinceros comentários, já que, como muitas pessoas sabem, não sou um amante de animais.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s