O magnetismo existente nas saídas…

 

Esses dias andando no corredor da faculdade com meu amigo Rafael, discutíamos sobre esse magnetismo que atrai as pessoas para as portas de acesso e saída..

O corredor da minha faculdade não é exatamente o corredor mais largo do mundo..  se você anda com três amigos, já impede a passagem de pessoas, o que me irrita profundamente principalmente quando estou com pressa, como  já disse. Mas é incrível como as pessoas resolvem parar em lugares impróprios, se andar devagar já atrapalha imagine parar! Não sei qual é o problema afinal..

Horário de saída e chegada sempre são os piores..  Muitas vezes eu que busco meu irmão na escola, para buscá-lo passo em frente a pelo menos duas outras escolas,  não sei o que aqueles adolescentes tem na cabeça que os faz andar no meio da rua, sem nenhuma preocupação como se ali fosse a calçada. O dia em que alguém passar brincando de boliche e fizer um ‘strike’ o pessoal vai reclamar. Cuidado crianças! Olhem antes de atravessar e NÃO ANDEM NO MEIO DA RUA!!!!! Pior do que aqueles que atravessam a rua como se estivessem desfilando em câmera lenta (o que normalmente acontece com meninas que se acham gostosas, ou pessoas realmente feias que não tem espelho em casa), são aquelas pessoas que andam no meio da rua, e pasmem, param e conversam com o amigo que sabiamente ficou na calçada. É por isso que saídas escolares me irritam muitíssimo.

Mas voltando a faculdade, como o ‘engarrafamento’ já é esperado e ninguém fica dando sopa no meio da ‘rodovia’, o problema é depois que você entra. As pessoas tem uma mania horrorosa de ficar conversando em frente as portas das salas. (DICA: Só faça isso se sua sala for a última do corredor). O que além de impedir a entrada dos colegas da mesma sala, o que não é lá o grande problema da coisa já que eles estudam juntos um simples ‘pô cara, dá pra sair do meio?!’ resolve. Eles também interceptam o tráfego dos demais estudantes. Enquanto tem apenas duas ou três pessoas conversando ‘vá lá’, depois disso fica “impassável” ali. Além de ter que passar no meio das pessoas e interromper a conversa o que pra mim já é extremamente chato, tem que sair pedindo licença e as pessoas muitas vezes não escutam.

Outro momento que isso acontece é no intervalo, especialmente quando está chovendo, minha faculdade não tem uma área coberta do lado de fora, e a cantina, vulgarmente chamada de DCE, também não é próxima do pavilhão das salas e nem tão pouco existe uma passagem coberta que dê acesso a tal lugar, logo as pessoas ficam ali na porta decidindo se saem ou não. Na saída isso é comum também. Mas nesse momento você realmente precisa sair, o que te obriga a enfrentar a maré de pessoas paradas esperando a chuva passar. Já no intervalo, se não estiver com paciência de enfrentar a multidão de indecisos simplesmente fica sala. Duro mesmo é quando você pede licença e a pessoa não escuta ou olha com cara feia. Dá uma vontade de dizer: “Meu filho, anda, você tá indo pra casa não precisa ter medo de se molhar, não derrete e um banhinho de chuva de vez em quando não faz mal a ninguém, agora vá”.  Qualquer dia trollarei essas pessoas, sairei empurando todas elas para debaixo da chuva.

Agora me explica porque raios quando não está chovendo nem nada, as pessoas ficam paradas no encontro dos corredores, perto dos bebedouros? Não tem nenhum lugar menos movimentado do que literalmente o meio do corredor? Não dá pra ficar um pouquinho mais no canto e deixar as pessoas passarem peloamordedeus???
Eu, de verdade, não entendo…  =/

O que vocês acham??  Deixem-me saber! Comentem aí.. se o botão não estiver aqui em baixo, estará lá em cima perto do título, é só procurar… Come on.. don’t be lazy guys!!!

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Texto dedicado ao Rafael Petterman!!!! – Demorou mas saiu Rafa!

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7 comentários sobre “O magnetismo existente nas saídas…

  1. Dri disse:

    Aêêê Carol!!! Expôs uma das nossas maiores frustrações universitárias! Gente que não se toca irrita demais! Outra coisa que me deixa P#*% da vida é o trânsito naquele xerox! É gente na porta esperando o outro comprar o xerox, é gente fazendo pergunta idiota, é gente furando fila…Resumindo, em horários de pico (geralmente os únicos que vc tem disponível) é impossível perder menos de 20 minutos naquele lugar.

  2. Aeeew Carool! fechou o Brasil! mto bom!
    é muuito irritante essas pessoas q atrasam nossa vida corrida. ksaoksoaska, e a parte dos alunos adolescentes no meio da rua tbm é ótima! qualquer hora Eu vou fazer strike atropelando essas pessos que se acham “donas” da rua.
    E tenho dito!

  3. Eduardo Perin disse:

    Gente andando na rua só não é pior q gente atravessando fora da faixa, mesmo ela estando a dois metros. Tá ali do lado, por que tanta preguiça de andar 2 metros. A respeito das pessoas andando devagar, é complicado… deveria ter corredores mais largos ou então mais possibilidades para fulga. Calçada maior e coberta é uma ideia. Outra coisa que odeo, a cantina é cantina. Só porque o DCE foi uma vez lá, fica como DCE. O banheiro é lá, nem por isso chamam de banheiro. A fila lá da cantina é horrivel, tão pior quanto a do xerox. Mas isso era só o caso de aprender teoria das filas, que é estudado em estatistica. Mas pedir pras tias da cantina estudar calculo ou aquelas moças do xerox que apenas tem volume na região do torax é complicado. E na fafipa para acabar com congestionamentos de pessoas
    seria necessario uma reforma dos corredores. Portas mais largas, mais possibilidades de saidas, e toda uma revitalização. Não tem bancos e os que tem é na grama, que quando chove vira barro. Maravilhoso isso. E os bancos que o pessoal de geografia colocaram é fora de mão. Escondidos e desnecessários. Acho que falei pouco. bjooo carol.

  4. Carol Gontijo disse:

    poxa… as vezes acontecia isso cmgo, eu me empolgava na conversa perto do bebedouro, ou perto da porta de acesso aos pavilhões. Não era por mal! 😦 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  5. Paulo disse:

    kkkkkkkk rachei com o texto, é verdade esses malas sem noção é complicado como eu sou educado saio empurrando mesmo kkkkkkk

  6. Rafael disse:

    Carol, obrigado pelo texto. Fiquei muito feliz em saber que ele é dedicado a mim…kkkk… sério, é muito dificil tentar entender por que as pessoas param ou andam devagam nas portas de saída. E isso não acontece somente na faculdade. Alguém conhece saídas mais largas que saídas de Igreja? Ou de estádios de futebol? Pois bem, agora me digam, quanto tempo levam em média para sair desses lugares? Se as pessoas tivessem um pouco de desconfiômetro, saberiam que é perfeitamente possível atravessar a saída na mesma velocidade com que veio andando, mas NÃO…ELAS REDUZEM A VELOCIDADE E NOS OBRIGAM A REDUZIR!!!!! Pois é… cada dia me surpreendo mais com essas peculiaridades do ser humano. Carol, no próximo texto você poderia falar sobre o gesto de bater palmas… ta… eu sei parece idiota, mas pare e pense… que tipo de relação existe em bater uma mão na outra repetidamente emitindo um som e o fato de ela representar aprovação??? Por quê??? Saussure pode explicar isso???

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